English Woman's Journal - Juiz dos EUA revoga duas sentenças de absolvição por corrupção na Fifa

Juiz dos EUA revoga duas sentenças de absolvição por corrupção na Fifa


Juiz dos EUA revoga duas sentenças de absolvição por corrupção na Fifa
Juiz dos EUA revoga duas sentenças de absolvição por corrupção na Fifa / foto: Michael Buholzer - AFP

Uma corte de apelações dos Estados Unidos anulou, nesta quarta-feira (2), as absolvições de um ex-executivo argentino da 21st Century Fox e da empresa Full Play em um megacaso de corrupção na Fifa, que eclodiu em 2015.

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O escândalo, conhecido como "Fifagate", começou naquele ano com uma investigação do Departamento de Justiça dos EUA e operações policiais em Zurique, Suíça, em busca de vários dirigentes da Fifa envolvidos em um vasto esquema de corrupção dentro das confederações Sul-Americana (Conmebol) e da América do Norte (Concacaf).

A decisão anula a sentença da juíza Pamela Chen de 1º de setembro de 2023, que anulou as condenações de Hernán López, executivo da 21st Century Fox, e da agência argentina de marketing esportivo, por pagamento de propina a dirigentes do futebol sul-americano em negociações sobre direitos de transmissão e marketing.

"Consideramos que o tribunal distrital errou ao concluir que a conduta dos réus não se enquadrava no escopo da lei 1346. Portanto, anulamos as decisões do tribunal distrital", conclui a corte de apelações do segundo circuito, que "devolve" o caso para "que haja novos processos de acordo com este parecer".

Em 9 de março de 2023, um júri popular considerou López e a Full Play culpados de fraude eletrônica e conspiração para lavagem de dinheiro em relação a um esquema para subornar executivos da Fifa, Conmebol e, no caso da Full Play, da Concacaf.

Segundo essa decisão, López enfrentaria uma pena de até 40 anos de prisão e milhões de dólares em multas.

A Full Play, de propriedade dos argentinos Hugo e Mariano Jinkis, também foi condenada a pagar altas multas.

No entanto, aplicando uma decisão da Suprema Corte, que determinou que a fraude eletrônica não se aplicava ao suborno comercial no exterior, a juíza anulou essa condenação, assim como a condenação por lavagem de dinheiro com base nesses subornos.

O julgamento deixou claro que os principais beneficiários do esquema de subornos eram seis dos homens mais poderosos do futebol sul-americano.

Entre eles estavam o ex-presidente da Conmebol Nicolás Leoz, falecido em 2019; o poderoso ex-técnico do futebol argentino Julio Grondona, falecido em 2014; e o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira.

A investigação levou a uma série de prisões, inclusive de funcionários da sede da Fifa, em Zurique, assim como a processos, condenações e declarações de culpa.

O.Wood--EWJ

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