English Woman's Journal - Meghan Markle se diz 'consternada' com investigação sobre seu pai

Meghan Markle se diz 'consternada' com investigação sobre seu pai


Meghan Markle se diz 'consternada' com investigação sobre seu pai
Meghan Markle se diz 'consternada' com investigação sobre seu pai / foto: Jonathan Brady - Pool/AFP/Arquivos

Meghan Markle, mulher do príncipe Harry, disse nesta sexta-feira (23) que está "profundamente consternada", após a imprensa britânica noticiar uma investigação contra seu pai por suposta posse de imagens de abusos sexuais contra menores.

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"Estou profundamente consternada com as notícias que vieram à tona nas últimas 24 horas, e meus pensamentos estão com todas as crianças que possam ter sofrido danos", declarou a duquesa de Sussex.

Harry, 42, filho caçula de Charles III, e Meghan, 45, retornaram para o Reino Unido em agosto, após renunciarem às suas funções como membros ativos da família real e se mudarem em 2020 para os Estados Unidos, uma decisão que causou uma ruptura profunda com os membros da monarquia britânica.

- Carta da polícia -

O comunicado de Meghan Markle foi divulgado depois que o jornal The Sun publicou uma reportagem em que Thomas Markle Jr., irmão de Meghan, afirmava ter encontrado imagens pertencentes a seu pai em sua antiga residência nas Filipinas e que a polícia desse país havia aberto uma investigação.

"Em 2018, foi enviada uma carta à Polícia Metropolitana de Londres e ao departamento de Proteção da Família Real e de Pessoas Especialmente Protegidas. Posteriormente, essa carta foi encaminhada a mim. Nela, eram feitas acusações preocupantes e inquietantes contra meu pai, e me asseguraram que estavam sendo investigadas", afirmou Meghan nesta sexta-feira.

"Espero que agora possa ficar claro que, apesar das distorções disseminadas ao longo dos anos por certos veículos de comunicação, meu afastamento de meu pai e minha decisão de não permitir que ele mantenha contato com nossos filhos se deveram a uma única razão: protegê-los", acrescenta.

- Reação do pai -

Consultada pela AFP, a Polícia Metropolitana de Londres informou que está "verificando" as informações sobre a possível entrega dessa carta. No entanto, uma fonte com conhecimento do caso indicou que a polícia nunca investigou o pai de Meghan Markle e que também não o faz atualmente.

Um porta-voz do FBI disse nos Estados Unidos que está ciente das acusações e que vai oferecer apoio, "conforme apropriado, às autoridades filipinas". "Também investigaremos qualquer acusação relacionada a violações federais da lei americana."

Segundo a agência de notícias britânica PA, a carta teria sido entregue à duquesa de Sussex em 2018, pouco depois de seu casamento com o príncipe Harry, em maio.

Meghan Markle expressa no comunicado seu "sincero desejo de que seja feita plena justiça e que a prioridade continue sendo a segurança e a proteção das crianças inocentes".

Em uma entrevista concedida ao Daily Mail a partir da Flórida, Estados Unidos, Thomas Markle, de 82 anos, pai de Meghan, rejeitou as acusações, que qualificou como "um monte de mentiras".

"Estou chocado, magoado e profundamente abalado pelas acusações que meu filho fez contra mim. Eu jamais poderia fazer aquilo de que estou sendo acusado. É a pior coisa da qual alguém poderia me acusar", declarou.

Meghan havia retomado contato com o pai, ex-diretor de fotografia da televisão americana, em dezembro de 2025, quando ele foi hospitalizado nas Filipinas após sofrer a amputação da perna esquerda.

St.Reid--EWJ